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ESTAMOS EM MANUTENÇÃO

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Estudantes aprovam greve na USP São Carlos (SP)

Os estudantes da USP (Universidade Estadual de São Paulo) São Carlos (232 km de São Paulo) deflagraram greve, após uma assembleia que reuniu cerca de 1.500 alunos na noite desta terça-feira (22).
Eles também decidiram manter a ocupação do prédio da prefeitura do campus, que acontece desde quinta-feira (17).
Nesta quarta-feira (23), os estudantes fizeram piquetes para impedir a realização das aulas e trancaram dentro da garagem da universidade os ônibus que realizam o transporte entre os dois campi no município.
Segundo Felipe Magnus Carvalho Schmidt, 21, diretor do Caaso (Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira), a intenção do grupo é pressionar a direção da universidade a dialogar com os alunos sobre as suas reivindicações.
Os alunos apoiam o movimento iniciado em São Paulo que pede eleições diretas para a escolha do reitor da instituição.
Eles também reivindicam a regularização de um espaço destinado ao Caaso, a não terceirização do transporte entre os dois campi da universidade, manutenção de uma unidade de saúde dentro do campus e a autorização judicial para eventos nas dependências da instituição -- hoje, proibida por uma liminar.
Schmidt informou que os estudantes devem realizar novos piquetes e manifestações de rua nos próximos dias.
Procurada, a USP não se manifestou até as 13h30 sobre a decisão de greve e as ações dos estudantes. A assessoria da universidade informou que o pedido de reintegração de posse ainda não foi avaliado pela Justiça.
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Enem 2013: Saiba o que levar, o que não fazer e o que não esquecer

Os candidatos que vão fazer as provas Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013 neste sábado (26) e domingo (27) devem ficar atentos para não serem eliminados por descuido. Algumas atitudes no momento da prova podem desclassificar o estudante: a principal delas é tentar copiar as respostas de outro candidato ou utilizar material externo como anotações e aparelhos eletrônicos.
Na edição de 2012 do exame, o MEC (Ministério da Educação) fez um monitoramento das redes sociais durante os dois dias de prova, e 65 estudantes foram eliminados por postarem imagens na internet, inclusive do caderno de provas e do cartão especial para marcar o gabarito.
O edital do Enem lista as proibições que, caso sejam desobedecidas, estão sob pena de eliminação. Fique por dentro de todas as regras para não correr o risco de ter a sua prova anulada:

O que não pode levar

Não é permitido portar lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações e quaisquer dispositivos eletrônicos. Por exemplo: calculadora, celular, tablet, ipod, ipad, pendrives, mp3players, gravadores, relógios ou qualquer tipo de receptor ou transmissão de dados ou mensagens.
Não deixe nenhum objeto eletrônico no seu bolso. Se você levar algum desses objetos no dia da prova deverá guardar na embalagem que será fornecida pelo aplicador. Se for pego com eles durante a prova, ainda que não os esteja utilizando, poderá ser eliminado.
Também não é permitido usar óculos escuro, boné, chapéus, gorros ou viseiras.
Armas de fogo também estão proibidas na sala de prova, mesmo que o candidato tenha porte de arma.
A embalagem porta-objetos deverá ser lacrada, identificada pelo participante e mantida embaixo da carteira até a conclusão da prova.

O que não pode fazer

O participante não poderá realizar qualquer espécie de consulta ou comunicar-se com outros candidatos durante as provas.
É expressamente proibido ao participante receber quaisquer informações referentes ao conteúdo das provas de qualquer membro da equipe de aplicação do exame.
Não será permitido ao candidato, durante a realização da prova, fazer anotações relativas às suas respostas em quaisquer meios.
O participante não pode deixar a sala antes de duas horas do início das provas.

O que não pode esquecer

Assim que começar o exame, é importante conferir se não está faltando nenhuma página no seu caderno de provas.
As respostas das provas objetivas e o texto da redação deverão ser transcritas, com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, nos respectivos cartões-resposta e Folha de Redação, que deverão ser entregues ao aplicador da sua sala ao término das provas.
As provas do Enem têm diferentes cores – conteúdo é o mesmo, o que muda é a ordem em que as questões aparecem. Não esqueça de marcar no cartão de respostas a cor do caderno de provas que você recebeu. Sem essa informação é impossível fazer a correção do gabarito que você marcou e a nota será zero.
Não se esqueça de assinar, nos espaços próprios, o Cartão-Resposta referente a cada dia de provas, a Folha de Redação, a Lista de Presença, a Folha de Rascunho e os demais documentos do Exame.
Na capa do caderno de provas também estará escrita uma frase que você deve transcrever no cartão de resposta. Não esqueça de escrever a frase, caso contrário também será eliminado. Esse é um procedimento de segurança para conferir se a grafia bate com a da assinatura do candidato no documento de identidade.
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    quarta-feira, 16 de outubro de 2013

    Nova proposta de distribuição do royalties do pré-sal não prevê recursos para educação.

    Nova proposta de distribuição do royalties do pré-sal não prevê recursos para educação.


    A nova distribuição dos royalties do petróleo, aprovada pelo Senado na última semana, não prevê destinação de parte dos recursos para educação e ciência, com percentuais pré-definidos, como previa o Projeto de Lei do Senado (PLS) 448/11. O substitutivo ao PL, proposto pelo senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), acabou por vincular parte da verba para a área, mas de maneira genérica, alterando a proposta inicial, do senador Wellington Dias (PT-PI).



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    Universidade gratuita para aluno rico é aberração brasileira

    Universidade gratuita para aluno rico é aberração brasileira


    "Seu Gustavo”, interfonou o porteiro do meu prédio, “o senhor não vai escrever nada sobre esse Mais Médicos?” Perguntei-lhe o que achava de mais essa iniciativa natimorta do governo como resposta às manifestações de junho. “Acho até que os médicos precisam devolver algo à sociedade, mas não sendo forçados a ficar dois anos em hospital público”, respondeu. É uma lógica elementar: em um estado de direito, ninguém pode exercer uma profissão contra a sua vontade. A frase me fez lembrar de uma declaração do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. Quando um cliente recém-absolvido diz não saber como expressar sua gratidão pelos serviços do advogado, a orientação de Thomaz Bastos é simples: “Depois que os fenícios inventaram a moeda, esse problema ficou simples de resolver”. É isso. Existe um modo fácil de garantir que futuros médicos, engenheiros, advogados e estudantes de outras carreiras ressarçam os cofres públicos: cobrar mensalidades de quem pode pagar. Por que criar planos tão mirabolantes, e circunscritos a médicos, se há um modelo mais simples e aplicável a todos?
    Há um argumento apontado por quem vai contra essa ideia: as universidades públicas não podem cobrar mensalidades porque tudo que é público precisa ser gratuito. Nenhuma dessas pessoas vai aos Correios e espera mandar um Sedex de graça nem passa em postos da Petrobras imaginando pagar a gasolina com espírito cívico. O fato de algo ser público não tem relação com gratuidade. Se as universidades públicas cobrassem mensalidades, continuariam defendendo interesses públicos. Na maioria dos países desenvolvidos, as universidades públicas cobram mensalidades. Na OCDE, associação dos países desenvolvidos, dezoito membros cobram em suas universidades, incluindo os “neoliberais” Canadá, França, Itália e Japão.
    Algumas pessoas tentam desqualificar a cobrança alegando dificuldades práticas. Esse sistema seria muito difícil de implementar, dizem elas. Criaria um grande risco de deixar gente pobre de fora e ainda renderia pouco aos cofres públicos. Ora, se isso fosse verdade, os países com os melhores sistemas educacionais do mundo não o teriam adotado. Em realidade, o modelo é simples: institui-se a cobrança de uma mensalidade, e quem não tem condições de pagá-la procura a sua universidade em busca de abatimento. O desconto pode, inclusive, ser superior a 100%, dando não apenas gratuidade como auxílio de custo a estudantes pobres. Basta levar a sua declaração de renda e a dos pais/responsáveis para comprovar a ausência de renda. A Receita Federal institui recomendações de valor-limite a ser cobrado de acordo com a renda familiar. Com uma simples regra adicional, para não facilitar ainda mais a vida dos sonegadores: quem cursou o ensino médio em escola privada deve pagar pelo menos a mensalidade que pagava na escola. O esquema não renderia pouco, não. Nas últimas semanas fiz o seguinte exercício: com dados cedidos pela Hoper Educação, descobri as mensalidades das universidades privadas top de linha em oito grandes capitais brasileiras para os quinze cursos com mais alunos na graduação. Tomando como base o perfil socioeconômico dos alunos da USP, estimei a porcentagem de alunos que cursaram o ensino médio em colégios particulares para cada um desses cursos.
    Presumi que essas pessoas poderiam continuar pagando mensalidades pelo menos iguais às das melhores universidades privadas (explicações mais detalhadas dos cálculos estão em twitter.com/gioschpe). Provavelmente é até um valor subestimado, já que muitas das universidades públicas têm melhor qualidade que as privadas e, portanto, poderiam cobrar mensalidades mais altas. Mas apenas com esse esquema simples de cobrança seria possível arrecadar mais de 7,4 bilhões de reais por ano. Mesmo em um país de cifras e desperdícios colossais, não é pouca coisa.
    Mais decisiva que o valor diretamente arrecadado ou o fim de uma injustiça social em um país tão desigual, a cobrança de mensalidades nas universidades públicas permitiria sanar sérias distorções do nosso modelo de ensino superior. O Ministério da Educação (MEC) poderia cortar o financiamento ao orçamento geral das universidades federais (a mesma coisa para as secretarias estaduais de educação e as universidades estaduais). As universidades seriam responsáveis por obter seu financiamento diretamente dos alunos. Os alunos que não pudessem pagar a mensalidade seriam subsidiados diretamente pelo MEC. Isso forçaria as universidades públicas a cobrar mensalidades de valores compatíveis com os de mercado. Com sua atual estrutura de custos, seria impossível. Nossas universidades públicas viraram cabides de emprego. Há só dez alunos por professor em nossas universidades federais, ante 15,5 nas da OCDE e dezoito nas nossas universidades privadas. Há apenas oito alunos por funcionário, contra 21 nas privadas. Pior: a maioria dos professores é remunerada como se fosse pesquisador de tempo integral, condição real restrita, de fato, a uma pequena minoria. Para fecharem as contas, as universidades teriam de demitir professores e funcionários improdutivos. E talvez baixar o salário fixo dos professores. O MEC e as agências de fomento complementariam sua renda por meio de pagamento por projeto de pesquisa. Estimulariam a produtividade de nossos melhores pesquisadores (e há excelentes pesquisadores em nossas universidades, na maioria dos casos irritados por ter de aturar colegas descompromissados). Outro caminho para as universidades seria o incremento na área de extensão, aquela que lida com empresas e outros públicos externos, fazendo com que suas atividades beneficiassem o setor produtivo brasileiro. Hoje o Brasil produz um número razoável de doutores e papers, mas muito poucas patentes. E é muito difícil para as empresas contarem com pesquisadores de ponta em seus projetos, já que a academia lhes oferece salário bom e estabilidade no emprego.
    O que fazer com todo o recurso que seria poupado pelo MEC e pelas secretarias, substituído pelo pagamento de alunos e de projetos em parceria com o setor produtivo? Quando comecei a defender essa ideia, há mais de dez anos, sugeria que o dinheiro fosse reinvestido em educação básica, à época ainda carente. Hoje já gastamos em educação básica o mesmo que países desenvolvidos, e está claro que o gigantismo paquidérmico do estado impede o país de crescer. Nada melhor, portanto, que devolver esse dinheiro à sociedade, via redução de impostos.
    Essa seria uma boa defesa para convencer aqueles que esgrimem um argumento canhestro para defender a manutenção da gratuidade até para alunos abastados: “Mas eu pago tanto de impostos e nunca recebo nada de volta do estado, a única coisa que exijo é universidade gratuita pros meus filhos”. Bem, mesmo quem não usa hospitais ou escolas públicas recebe bastante do estado, sob forma de policiamento, estradas, defesa nacional, sistema judiciário etc. E o objetivo de um sistema de tributação justo não é ser um toma lá dá cá, em que você paga de um lado e recebe do outro, mas sim fazer a redistribuição de renda, em que os mais ricos ajudam os mais pobres. Sim, eu concordo: a qualidade do serviço público brasileiro é péssima e deveria melhorar. É uma injustiça. Mas é só em matemática que dois negativos fazem um positivo. Não é com a injustiça de uma universidade gratuita até para gente rica que vamos consertar a injustiça maior de um estado incompetente. Precisamos mudar as duas pontas.
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    Governo adia nota de Revalida para depois da votação do Mais Médicos

    O governo adiou a divulgação do resultado da primeira fase do Revalida -exame federal de revalidação de diplomas de profissionais formados no exterior- para depois da votação do programa Mais Médicos no Congresso.
    Interlocutores presidenciais afirmam que o índice de aprovação deve ficar próximo de 8% -seria o pior desempenho nessa fase da prova desde que o exame foi oficializado, em 2011.
    Naquele ano, a aprovação na primeira fase atingiu 14,2% dos 677 inscritos. No ano seguinte, dos 884 candidatos que fizeram a prova, apenas 12,5% passaram para a prova prática. Ou seja: nos dois anos do exame, o índice médio ficou em torno de 13%.
    Nos bastidores, integrantes do próprio governo estranham a demora no anúncio do resultado. A hipótese deles é que a divulgação de um índice ruim poderia tumultuar o debate no Legislativo.
    O texto da medida provisória já foi aprovado na Câmara e pode ser apreciado hoje pelo Senado.
    Uma das principais críticas de entidades médicas e de congressistas ao programa é justamente a permissão para que médicos formados no exterior atuem no Brasil sem revalidar o diploma.
    Com isso, representantes da categoria dizem que não seria possível avaliar com precisão a qualidade da formação desses profissionais.
    De acordo com a medida, a atuação sem Revalida será aceita em local específico e por um determinado período.
    O governo justifica que, se o exame fosse exigido no programa, os médicos aprovados poderiam trabalhar em qualquer lugar do país, o que poderia inviabilizar a medida.
    A proposta do Mais Médicos é reduzir o deficit de profissionais de saúde em cidades do interior e na periferia.
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    Aluna representará Sergipe no projeto Jovem Senador

    Aluna representará Sergipe no projeto Jovem Senador
    A estudante Jéssica Horta, que cursa a 3ª série do ensino médio no Colégio Estadual Atheneu Sergipense, representará Sergipe no Senado Federal. A estudante foi a grande vencedora da etapa estadual do concurso de redação Jovem Senador, que neste ano teve como tema "Buscar voz para ter vez: cidadania, democracia e participação".  Ela tomará posse como senadora no dia 17 de novembro e permanecerá no cargo até o dia 19 do mesmo mês. Ao visitar o Senado Federal, a aluna da rede pública estadual conhecerá de perto toda a estrutura e funcionamento do Poder Legislativo no Brasil.

    O Projeto Jovem Senador está em sua sexta edição, e cada ano é proposto um tema de redação como forma de ingresso. O projeto proporciona aos estudantes do ensino médio das escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, de até 19 anos, a possibilidade de por três dias atuarem como senadores da República. Os trabalhos se iniciam com a posse dos jovens senadores e a eleição da mesa diretora, seguido das sessões em que os jovens parlamentares debatem, apresentam, discutem e votam os projetos apresentados, exatamente como fazem os senadores eleitos pelo povo. Os trabalhos são encerrados com a redação dos autógrafos, aprovação dos projetos e a publicação no Diário do Senado Federal.

    Jéssica ficou muito feliz ao saber que seu texto foi vitorioso e contou como ficou sabendo do concurso. "A professora Alessandra divulgou na escola o projeto Jovem Senador e estimulou toda a classe a se inscrever. No começo tive receio, mas com apoio da professora segui em frente e fiz a inscrição. Pesquisei bastante e tive como base para o meu texto a canção Assum Preto, de Luiz Gonzaga, como forma de clamar ao povo a libertar através da voz a ave que está presa na gaiola", revelou a aluna, que pretende no futuro ser advogada.

    Para a professora Alessandra Aragão, que foi orientadora dos alunos para o concurso de redação, essa conquista foi fruto do empenho e compromisso dos alunos do Atheneu. "Essa conquista foi o reconhecimento de um trabalho desenvolvido em sala de aula e que repercutirá em toda a escola. Faz com que o aluno da rede pública perceba seu potencial de escrever, perdendo o medo da caneta e do lápis, montando textos que refletem a vontade de fazer uma nação mais justa. Não tenho palavras para expressar minha felicidade", disse a professora.

    Essa também foi a opinião do professor Genaldo Lima, diretor do Atheneu Sergipense. "Fico muito satisfeito com professores como Alessandra, que desde que passou a lecionar no Atheneu buscou incentivar o aluno a ler e escrever mais. Já a aluna Jéssica sempre foi participativa e atuante na escola, por isso não me espantei quando constatei que seu texto tinha sido aprovado. Quero frisar que tenho muito orgulho da equipe docente e discente do Atheneu, que é compromissada e consegue êxitos em todo tipo de concurso de que participa", salientou Genaldo.
    Fonte: Ascom Seed
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    III Encontro Sergipano do Programa Mais Educação

    III Encontro Sergipano do Programa Mais Educação

    A Secretaria de Estado da Educação realizará no dia 8 de outubro o III Encontro Sergipano do Programa Mais Educação. O evento será no Ginásio de Esportes Constâncio Vieira, a partir das 8h30, e contará com a presença do secretário de Estado da Educação, Belivaldo Chagas.

    Cerca de 7 mil pessoas deverão participar do evento, entre alunos, professores, pais de alunos, gestores e autoridades. Durante o encontro acontecerá a I Mostra Cultural de Educação Integral de Sergipe, na qual alunos farão exposição de trabalhos realizados durante as oficinas do programa. Ao todos serão 20 tendas, sendo 10 de escolas estaduais e 10 de escolas municipais.

    O evento contará com a participação da diretora de Currículos e Educação Integral do MEC, Jaqueline Moll, que irá proferir uma palestra com o tema "Educação Integral na Educação Básica: As mudanças necessárias".

    Ao longo de todo o dia será entregue 25 troféus para pessoas que contribuíram para o sucesso do Programa Mais Educação. Pela tarde, a partir das 14h, haverá a participação da diretora de Educação e Comunicação da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Juana Nunes Pereira, que falará sobre o Programa Mais Cultura.

    Logo em seguida alunos realizarão apresentações culturais, com números de dança, balé, bandas de fanfarras, capoeira, judô, teatro, canto, poesia, entre outros.

    O encerramento será às 19h, com a participação da professora Ângela Maria de Carvalho Machado, coordenadora estadual do Programa Mais Educação.
    Fonte: Ascom Seed/SE
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    Projeto sergipano conquista o Prêmio FINEP de Inovação

    Projeto sergipano conquista o Prêmio FINEP de Inovação
    A edição 2013 do Prêmio FINEP de Inovação teve como vencedor pela região Nordeste o Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI), na categoria Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT). Qualificado como Organização Social pelo Governo de Sergipe e parceiro da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), o IPTI conquistou o prêmio na primeira vez em que participou. A cerimônia de premiação acontecerá no próximo dia 13 de outubro, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

    Além dessa conquista, o IPTI também foi finalista na modalidade de Tecnologia Social, com a “Tecnologia Hb" de combate à anemia ferropriva nas escolas, que lhe garantiu o segundo lugar na seleção final. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) - empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) - ainda vai julgar os vencedores das cinco regiões do Brasil e no final do ano, em Brasília, indicar o vencedor nacional do Prêmio.

    “São notícias muito boas, que revelam o crescimento da ciência e tecnologia no Estado de Sergipe”, comemorou o secretário Saumíneo Nascimento, da Sedetec, ao parabenizar o IPTI pela vitória alcançada com a conquista dos dois prêmios. “Vale ressaltar que um dos objetivos da Sedetec é assegurar ações voltadas para a promoção do desenvolvimento do Estado de Sergipe no que se refere à ciência e tecnologia e inovação”, enfatizou ao destacar também a conquista de outra empresa sergipana, a Contrate Engenharia Ltda, que atua no mercado com solução de formas para estruturas em concreto armado e ficou em terceiro lugar pela região Nordeste, na categoria Inovação Sustentável.

    Para Saulo Barretto, responsável pela área de Relacionamento Institucional e Novos Negócios do IPTI, ter conquistado a premiação regional é motivo de grande alegria para todos que compõem o instituto. “Esta premiação representa uma afirmação de que nossa proposta de implantar a sede do IPTI em Santa Luzia do Itanhy, em Sergipe, e nos dedicarmos às tecnologias sociais, foi uma decisão acertada”, disse ao destacar que esse é um dos mais importantes prêmios de inovação do Brasil.

    10 anos do IPTI

    Culminando com essa conquista, o IPTI estará comemorando 10 anos de criação no próximo sábado, dia 28, com uma extensa programação que acontece a partir das 9h30, na sede do projeto em Sergipe, no Povoado do Crasto, em Santa Luzia do Itanhy. Durante a manhã serão realizadas oficinas com apresentação dos projetos:  Arte com Ciência (educação), Cultura em Foco (economia criativa), Arte Naturalista (educação e economia criativa), CLOC ( educação e economia criativa)e Biblioteca Luminescência (educação e economia criativa). Também durante a programação serão apresentadas palestras para apresentação dos projetos  Tecnologia de Apoio à Gestão - TAG (educação e saúde); Hb (saúde); Educação Inclusiva (educação) e Sentidos do Itanhy (economia criativa).


    Fonte: Sedetec
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    Prazo de inscrições para o PPSUS é prorrogado

    Foi prorrogado para a próxima sexta-feira, 18, o prazo para submeter propostas para o Edital do Programa Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (PPSUS 2013). O Programa é uma iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de Saúde do Estado de Sergipe (SES/SE).
    Além de apoiar financeiramente o desenvolvimento de pesquisa em Sergipe, o PPSUS busca melhorar com as propostas o Sistema Único de Saúde (SUS), não só do Estado, mas de todo o território brasileiro. Para isso, será aplicado o valor global de R$ 1.140.000,00 (um milhão e cento e quarenta mil reais) para o desenvolvimento dos projetos selecionados.
    Os projetos priorizados na seleção abrangem quatro temas gerais da área de saúde. São eles: Saúde Mental, Políticas e Programas em Saúde, Gestão do Trabalho e Epidemiologia. Vale destacar que, a seleção das linhas para este Edital visa orientar o fomento para a indução seletiva de projetos destinados à produção de conhecimentos e de metodologias para atender as demandas existentes na área da saúde no Estado.
    Os interessados podem enviar suas propostas via internet até às 23h59min do dia 18 de outubro. Já as propostas impressas devem ser entregues até o próximo dia 21 na Fapitec, localizada na Travessa Baltazar Góis, nº 86, edifício Estado de Sergipe, 10º andar, Centro, Aracaju-SE, das 7h às 13h.
    O Edital do PPSUS está disponível em: www.sigfapitec.ledes.net e www.saude.gov.br. Dúvidas sobre o PPSUS podem ser esclarecidas através do e-mail: ppsus.sergipe@fapitec.se.gov.br.
    Fonte: Ascom Fapitec
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    Lançamento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

    Lançamento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia
    Na próxima quinta-feira, dia 17, acontecerá no Quality Hotel Aracaju, a partir das 17h, o lançamento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). A cerimônia contará com a presença da comunidade acadêmica e da imprensa sergipana. No Estado, a SNCT conta com a coordenação da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico da Ciência e Tecnologia (Sedetec).
    Durante o lançamento da 9ª SNCT, haverá a premiação dos trabalhos contemplados no Edital Prêmio Fapitec de Divulgação Científica e Inovação Tecnológica, edição 2013. O Prêmio é lançado anualmente pela Fundação, tem como objetivo reconhecer a produção de pesquisas em Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) e a comunicação científica no estado de Sergipe que possuem destaque e relevância.
    Segundo o diretor presidente da Fapitec, José Ricardo de Santana, a SNCT apresenta de uma forma simples, e lúdica os temas relacionados à ciência e tecnologia. “A Cerimônia de Lançamento é uma excelente oportunidade para apresentar à sociedade e a imprensa sergipana a programação da Semana, é também uma maneira de incentivar a divulgação das atividades para a população” ressalta.
    De acordo com o secretário da Sedetec, Saumíneo Nascimento, o Governo de Sergipe tem investido cada vez mais em ações de Ciência, Tecnologia e Inovação, que são essenciais na promoção do desenvolvimento local. “Vale ressaltar que o evento está em perfeito sintonia com a missão da Sedetec, que é promover o desenvolvimento econômico, científico e tecnológico de Sergipe, de forma participativa e sustentável, fomentando a inovação e a competitividade do setor produtivo nos territórios”, avalia.
    Durante a SNCT a sociedade conhece de maneira divertida e didática, os avanços da Ciência e os resultados do desenvolvimento tecnológico no Brasil e no mundo. O objetivo da Semana é além de aproximar a população dos temas relacionados à ciência e tecnologia, promover e estimular a atividade de divulgação científica em todo o País.  O tema deste ano da SNCT “Ciência, Saúde e Esporte” foi escolhido por conta dos grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil, como a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.
    A SNCT pretende mostrar como a ciência e tecnologia, aliadas à saúde e ao esporte podem beneficiar toda a sociedade. Dessa maneira, as atividades da Semana pretendem estimular a aprendizagem sobre o funcionamento do corpo humano nos esportes, nos exercícios, nos movimentos e na sua relação com o ambiente natural.
    Fonte: Assessoria de Imprensa
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